Em Portugal, as doenças parasitárias e transmitidas por vetores (mosquitos, carraças, piolhos ou pulgas) estão largamente subdiagnosticadas, quer por desconhecimento da sua existência/prevalência ou dificuldade na identificação clínica e sintomatologia.
As doenças parasitárias têm vindo a disseminar-se como resultado de alterações climáticas, demográficas e sociais, bem como alterações genéticas nos agentes infeciosos, resistência dos vetores a inseticidas e mudanças nas práticas de saúde pública.
Algumas doenças transmitidas pelos principais vetores são consideradas de maior mortalidade e morbilidade a nível mundial. A malária, a febre recorrente por carraça, a borreliose de Lyme, a tularémia, a febre Q, a erliquiose, a anaplasmose, a babesiose, a febre escaro nodular e outras riquetsioses são as mais conhecidas. No entanto, são apenas algumas das inúmeras patologias que necessitam de um diagnóstico clínico preciso e diferencial.
A microscopia continua a ser a técnica laboratorial de eleição para o diagnóstico de infeções parasitárias, sendo as técnicas de coloração, usadas na preparação da amostra, o fator decisivo para um diagnóstico correto e eficaz.
O curso avançado de microscopia de campo escuro e claro vai muni-lo do conhecimento e técnica essenciais à prática clínica diária com microscópio ótico.
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3ª EDIÇÃO
Nível Avançado
Técnicas Especiais de Coloração na Detenção de Microrganismos e Diagnóstico de Patologias
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Diagnóstico de Infeções Parasitárias



























































































































































































